Ficha Lilian

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Ficha Lilian

Mensagem por Hope North em Qui Set 10, 2015 2:18 am

Lilian Hathaway Hale
♡ ♧ ♢ ♤
Lily
"19" 213*
21/11/1802
Rússia/Sibéria/Baía*
Linne, coloque um emprego bem definido aqui!!!
Vampiros*
Guardiões *
Jaqueline
♡ ♧ ♢ ♤
PODERES E A SUA HISTÓRIA.



Pode gerar eletricidade que se espalha desde as palmas de suas mãos, percorrendo por todo o seu corpo. Eletricidade também não a atinge. O poder foi herdado de sua mãe, não se sabe muito como ela nasceu com ele.

APARÊNCIA E CARACTERÍSTICAS FÍSICAS.



Corpo escultural, tem uma estatura mediana, 1,67, seu corpo tem curvas nos lugares certos e que atrai os homens (e alguns mulheres). Pele pálida e quase translúcida, cabelos ruivos flamejantes, rosto em forma de coração, olhos verdes que, às vezes, são confundidos com azuis. Tem uma marca de nascença em forma de lua no ombro esquerdo.

PERSONALIDADE.



É uma mulher extremamente alegre e animada, costuma esconder seus sentimentos atrás dessa alegria que possui. Ela é muito sarcástica, irônica, brincalhona e mandona às vezes... tudo bem, na maior parte das vezes. Apesar de seu alto astral, leva seu trabalho a sério. Lilian é geralmente séria e concentrada em seu trabalho, muito observadora, cautelosa. Observa as coisas e pensa consigo mesma, até chegar a uma conclusão. Gosta das coisas claras, em pratos limpos, para que não cause problemas depois. Por isso, prefere falar a verdade sempre e ter conhecimento sobre tudo o que ocorre ao seu redor. Não se irrita, fica chateada ou com raiva com facilidade, mas quando fica, não é uma boa visão.


GOSTOS E ÓDIOS.



Gosta: Correr é um de seus passatempos favoritos. Le traz um sentimento de liberdade e calma, além de pintar e desenhar que são outras de suas paixões, porém pouquíssimas pessoas sabem sobre esse seu talento. Ler mergulhar em uma boa história, e uma de suas paixões.

Odeia: Quando alguém fica esperando a solução de algum problema cair do céu e fica se lamentando, quando é possível fazer algo e agir. Ou pelo menos, é possível tentar resolver, achar uma saída.

HISTÓRIA DO PERSONAGEM.



Lilian nasceu no dia 21 de novembro de 1802, era uma noite chuvosa com trovões e ventos fortes, seu parto não foi fácil, sua mãe tinha a habilidade de gerar energia e controlá-la. Entretanto, pelas dores, ela não estava conseguindo controlar seu poder. Todos que a tocavam, acabavam levando um choque. A parteira tinha medo de que seu poder afestasse a criança, tinha medo da criança não ser imune a seu poder como o primeiro filho de sua patroa. Seu patrão Justice estava do lado de fora, por ser proibido homens no quarto, mas ele precisava entrar. Sua patroa precisava de sangue.

- Senhor Hale! Senhora Hale precisa de sangue. Ela está perdendo muito sangue. - Disse a mulher negra com olhos azuis, uma mulher de meia idade, com um vestido branco, sujo de sangue.

Justice se levantou, quase quebrando a cadeira que estava sentado e correu como um foguete para o quarto. Ele não pensou duas vezes e se deitou atrás de sua esposa, apoiando suas costas na cabeceira da cama, mordeu seu próprio pulso e colocou na boca de sua mulher, antes que ela pudesse protestar.

- Você e nossa filha precisam disso. - Falou em um tom preocupado.

Ela mordeu seu pulso com força, estava determinada. Ela não perderia outro bebê, não perderia sua menininha.

- Senhora, empurre. - Mandou a senhora morena, ao ver a mulher se contorcer com mais uma contração.

Ela fez o que lhe foi ordenado, e Justice sentiu que sua mulher estava usando seus poderes e teve de reforçar seus escudos. Ele tinha o dom. Seu dom era como um escudo que o protegia de qualquer outro tipo de poder.

Um grito saiu por seus lábios, quando mais uma contração surgiu, e logo um choro fino, mas cheio de vida encheu o quarto. Ela estava suada e ainda com fome, mas tudo valeu a pena ao ver aquele pequeno ser nas mãos de Amy. Ela era tão pequena, estava coberta de sangue, mas era linda. Seus olhos, por incrível que pareça, já estavam abertos, duas esmeraldas.

- Dê-me ela. - Pediu Amélia chorosa, ela estava tão feliz por ter finalmente sua garotinha em seus braços. Ela sempre soube que era uma menina.

Justice estava silencioso e meio assustado. Ele achou que estava preparado para ser pai, mas quando viu aquele pequeno ser nos braços de sua mulher, um medo de não ser capaz de protegê-la e ser um mau pai surgiu em sua mente.

- Querido... você será um pai incrível, apesar de que acho que ela nunca vai poder casar. - Disse a mulher em um tom brincalhão.

Seu rosto estava suado e cansado, mas seus olhos brilhavam radiantes.

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1807 foi onde tudo mudou, Lilian tinha cinco anos de idade, quando o clã de seu pai havia sido atacado. Primeiro um membro do clã havia sido morto, depois o companheiro de Maria, a vampira que foi assassinada, foi atrás de vingança e tirou a vida da companheira de um dos caçadores, e tudo havia se tornado um caos. A essa altura, seus pais já haviam mudado de cidade e país, agora eles estavam em uma pequena cidade do Texas. Morganville.

- Fique aqui! Vou voltar por você, meu amor. - Falou sua mama, seus lábios vermelhos beijaram sua testa e ela a cobriu com uma capa vermelha, que era muito maior que seu corpo pequeno.

Ela abraçou sua pequena forte, e correu de volta para sua casa. Ela tinha sua filha segura na floresta, precisava voltar e ajudar seu marido. Ambos eram sua vida, e metade ficou com sua filha naquela floresta. Ela rezava para que o clã de seu irmão, chegasse logo para ajudar, e encontrasse sua menina. Algo dizia a ela, que ela não viveria.

A pequena Hale olhou ao redor assustada, sua mãe já havia ido com ela até a floresta, mas nunca naquela parte. Ela estava assustada, e seus olhos começaram a ficar cheios de lágrimas. Mas ela não choraria, seu papai dizia que meninas grandes não choram, ela era uma menininha grande e não choraria.

A noite estava caindo e sua mãe não voltava, seu estômago começava a roncar de fome. As lágrimas há muito tempo já haviam chegado a seus olhos, ela sentia que algo havia acontecido com sua mama e papa.

O som de cascos de cavalos, chegou a seus ouvidos e logo risadas soaram ao longe, ela se encolheu e se escondeu ao máximo na capa vermelha de sua mãe.

- Ora, ora. O que temos aqui. - Uma voz maliciosa soou, e logo uma mão grande estava puxando seu capuz e junto seus cabelos.

Um grito saiu por seus lábios, arrancando mais risadas das pessoas.

- E só uma criança assustada James! - Falou uma voz masculina exasperada.

O homem loiro de olhos azuis, que aparentemente se chamava James, olhou o moreno que havia falado com sarcasmo e malícia.

- Você acha que madame Agnes daria quanto por ela? - Perguntou o homem maliciosamente.

Os outros riram ainda mais, e logo tudo ficou escuro para Lilian. Sua cabeça foi batida com força, contra uma árvore.



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1822 Lilian já estava com vinte anos, e tudo em sua vida estava um caos. Aos cinco, ela foi vendida à dona de um bordel. Quando sua primeira regra desceu, madame Agnes começou a cobrar o que havia gastado com ela, mesmo ela tendo trabalhado toda sua infância para ter um prato de comida e onde dormir. Madame Agnes mandou uma de suas melhores "damas" a ensinar os prazeres. Como se dar prazer a um homem. Ela teria que pagar, com seu corpo agora. Ela já tentou fugir, mas não foi capaz. Apenas ganhou uma surra.


Aos seus 14 anos, sua virgindade foi leiloada no bordel, algumas das outras "damas" disseram que madame Agnes,ganhou 5 vezes mais do que pagou por ela.

Lilian tinha um ar doce, e inocente, que os homens adoravam, em pouco tempo a menina era a mais procurada no bordel, apesar de sempre tentar fugir e a ver brigas internas. Mas ela desistiu, desistiu quando viu sua única amiga ali, ser morta.

Ela apenas era mais uma, que fazia as vontades dos homens que apareciam ali, era só uma boneca, um fantoche que Madame Agnes manipulava.

No dia de seu aniversário de vinte anos, foi quando tudo mudou, a dor era insuportável, ela se contorcia e gritava, seu corpo estava doendo, hiper sensível. Seus dentes doíam, sua cabeça estava explodindo.

- Sabia que ela era uma deles. - Sorriu Madame Agnes maliciosamente.

Lilian não sabia se tinha a ouvido mesmo, ou se era delírio de sua cabeça.

- Chame Derek, aqui. Agora. - Ordenou Agnes para uma das "damas", que estava na porta olhando a menina assustada.

A mulher loira, de corpo escultural, desceu as escadas correndo.

- Senhor Derek, madame Agnes está pedindo, para ir ao quarto de Lua. - Lilian era chamada assim, Lua, por conta de seu sinal de nascença no ombro esquerdo. Ninguém naquele lugar sabia seu nome.

TRANSFORMAÇÃO

Lilian estava em dor, uma dor insuportável, quando sentiu um peso extra na cama e tentou fugir, mas seus músculos não a obedeciam e cada movimento de seu corpo, só aumentava a dor.

- Pare de se mexer. - Ordenou uma voz masculina. - Você só vai sentir mais dor. - Avisou de um modo mais gentil.

Derek se moveu, e sentou atrás dela, apoiando suas costas em seu peito. Ele mordeu seu próprio pulso e colocou na boca de Lilian. No início, ela queria se afastar, tanto de seu toque quanto de seu pulso ensanguentado, mas quando o gosto do sangue chegou a sua língua, ela não resistiu. Seus dentes se cravaram em seu pulso, ela não teve tempo de ficar surpresa com suas presas, a única coisa que importava era aquele gosto delicioso.

Sua transformação durou um dia e uma noite, e quando acordou ela mesma não se reconhecia, seu corpo estava mais cheio, seus braços e pernas estavam mais torneadas, sua cintura estava mais fina, seus seios estavam maiores e ela corou ao perceber isso.

Tomar banho foi uma luta, seu corpo estava muito sensível ao toque.


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1827. Já fazia cinco anos, depois de sua transformação, mas Lilian ainda continuava no bordel. Madame Agnes não a deixava se alimentar com frequência, para que não pudesse fugir. Derek havia lhe dito, que vampiros podiam se desmaterializar, mas precisavam estar bem alimentados e isso não acontecia com ela.

O pior de tudo começou poucos meses após seu aniversário, ela descobriu está grávida, mas ela sabia quem era o pai, nesses meses ela havia dormido apenas com um homem. Ele aparecia todas as noites, pagava por uma noite toda com ela, mesmo que ele não ficasse, ele pagava e ia embora, deixava Derek instruído de tomar conta dela, caso madame Agnes, mudasse de ideia e resolvesse deixar outro homem tocá-la.

- Você está grávida! - Gritou Agnes, seu rosto estava vermelho de raiva. - Você vai tirar essa coisa... - Ela ia continuar, quando a voz firme e forte de Derek a interrompeu.

- Senhor está pagando muito bem, para manter Lilian segura. Se souber que algo foi feito a ela ou que ela esperava uma criança dele, e ela foi morta, você terá que enfrentar sua fúria... duvido muito que sobreviva ou qualquer um aqui. - Falou Derek em um tom sem emoção. E com os olhos frios.

Ninguém que o não conhecesse, saberia suas emoções exatas, mais depois de sua transformação ele e Lilian haviam se aproximado, e ela sabia que ele estava tentando a proteger e a seu bebê.

Madame Agnes ponderou contrariada e deu as costas para os dois.

Oito meses depois, "o senhor", não havia retornado de sua missão ainda, e as coisas estavam cada vez mais tensas. Agnes deixava claro que não queria aquela criança, mas estava de mãos atadas.

Lilian gritou, quando a primeira contração veio, uma parteira estava a sua frente a mandando empurrar, quando uma contração vinhesse e era isso que ela estava fazendo. Derek estava a seu lado segurando sua mão e tomando cuidado, para que ninguém entrasse no quarto. Agnes estava muito conformada ultimamente com o nascimento do bebê de Lilian.

Fazia alguns horas que ela estava em trabalho de parto, o cansaço era visível em seu rosto, mas ela estava determinada a ver o rosto de sua filha ou filho. Mais uma contração veio e ela empurrou gritando, e um choro fino tomou conta do quarto.

Ela não precisou pedir, a mulher que fez seu parto trouxe a bebê para seus braços, era uma menina, uma linda menininha. Ela tinha bastante cabelo para uma recém-nascida, negros como os do pai, mas seus olhos... eram verdes jade como os da mãe, ela também tinha os olhos abertos, como os de Lilian ao nascer. Seu olhar demonstrava curiosidade, mas estavam sonolentos.

- Você precisa tirá-lá daqui. - Falou Lilian em um sussurro mais firme, lágrimas começaram a descer por seu rosto, mas ela não voltaria atrais. Era necessário, se ela ficasse Agnes tentaria algo, matá-la ou torná-la uma dama da noite como ela.

Ela não deixaria isso acontecer com sua filha. Agora ela entendeu o que sua mãe fez, ela a deixou em um lugar que julgava seguro, e a deixou para ir ajudar seu pai. Mas nem um dos dois voltou.

- Lua... -  Começou Derek hesitante, sua voz estava quebrada, isso era um momento difícil, ter que separa uma mãe e uma filha.

- Lilian... - Pediu em um sussurro. -  É o melhor... Se madame Agnes não tentar matá-la, vai tentar torná-la uma dama da noite, quando crescer... - Sussurrou mais fracamente.

Derek ficou em silêncio e apenas deixou mãe e filha se despedirem.


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Derek tinha o poder de manipular as pessoas, fazê-las acreditar no que ele dissesse, e ele havia feito isso com a parteira, para ela acreditar que o bebê de Lilian, havia nascido morto e que era um menino. Foi isso que ele e Lilian planejaram para manter a pequena criança de maneira mais segura possível. Lilian havia nomeado sua menina de Elizabeth, o nome de sua avó.

Fazia cinco meses que Lilian havia dado a luz, ela estava muito irritada, a falta de sua filha estava a deixando instável. Ela nunca soube o nome do pai de sua filha, ele nunca a disse, mas ele tinha um corpo musculoso, alto, pele morena, cabelos pretos curtos, e olhos vezes acinzentados.

Fazia três dias que Derek havia desaparecido, e isso a estava assustando. Mas ela se arriscou a sair, não era forte o suficiente para se desmaterializar, entretanto ela andou e andou até a casa da família que havia deixado sua filha, e seu estômago esfriou, todo o sangue em seu rosto ou corpo sumiu, ela estava gelada como um cadáver. A grande mansão estava em chamas, labaredas alaranjadas lambiam a madeira, consumindo tudo e destruindo.

- Elizabeth... - Um sussurro trêmulo saiu por seus lábios. Ela não acreditava nisso, sua filha, sua bebê...

Seu sangue começou a bombear forte em seus ouvidos, de repente seu corpo estava em chamas, algo parecido com eletricidade corria por suas veias e ela estava furiosa, um rosnado alto saiu por seus lábios e ela atacou a primeira pessoa que apareceu em sua frente.

O homem bêbado gritou de agonia antes mesmo de sentir suas presas em sua jugular, ela não entendeu no início, mas depois que sua sede estava saciada, e seus pensamentos de vingança estavam ficando claros em sua mente, ela lembrou, lembro de sua mama, do poder dela não afetá-la, de ela descrever de que quando estava irritada, seu poder corria em suas veias como sangue, e ela podia sentir, como se uma descarga elétrica corresse por suas veias sem machucar.

Os pensamentos corriam por seu cérebro, e ela queria vingança, vingança por sua filha e aquela família que a tinha acolhido.

Nunca havia se desmaterializado antes, mas apenas imaginou o caminho para o bordel e a fachada, quando as mulheres a viram, tomaram um susto, seu vestido estava cheio de sangue.

- Saiam daqui agora. - Ordenou em um tom frio. Seus olhos estavam tão frios, quanto seu tom. Raiva e o desejo de vingança surgiam dentro dela.

Os seguranças começaram a vir contê-la, e ela começou a se divertir...


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Depois de acabar com os guardas do andar de baixo, ela seguiu o cheiro de sangue de Derek, ele estava no sótão e ela podia sentir o cheiro de alguns humanos a sua volta.

Ela abriu a porta em um rompante, a porta bateu com força contra uma parede. Ela agora, não era uma mulher acuada e com medo. Agora ela era uma vampira, uma vampira fria e atrás de vingança e de seu protetor. Era isso que Derek era para ela, seu protetor, ele havia cuidado dela e a protegido, quando ela não era capaz.

- Vocês tem a opção de fugir, se não o fizerem... bem... vou me divertir... - Um sorriso malicioso surgiu nos lábios vermelhos de sangue de Lilian.

Os homens engoliram em seco, mas não se moveram.

- Bem... então vou me divertir... - Disse ela, e em alta velocidade atacou o primeiro homem, e uma bala de madeira atingiu seu braço, ela Rosnou, e procurou com os olhos o dono do disparo.

Um rosnado mais alto saiu, por seus lábios, ao ver o homem. Ele era um ser imundo, que gostava de fazer as mulheres se submeterem a ele, fazer suas vontades e bater nelas. Ele seria o último. A decisão estava tomada.

Ela pegou os homens um de cada vez e o deixou por último, ela tinha alguns balas pelo corpo, mas nenhuma em um lugar sério, além de que por ela estar muito bem alimentada, seus ferimentos curavam mais rápido.

- Você pode ficar com ele, sei o que ele fez, com sua irmã. - Diz Lilian em um rosnado, chutando a perna do homem o fazendo gritar de dor, o som de osso se partindo, podia ser ouvido por todo o sótão úmido.

- Lilian, pare com isso, você não é assim! - Exigiu Derek com a voz um pouco fraca.

- Eles mataram minha filha! - Gritou Lilian em um rompante, pegando o homem pelo pescoço.

Derek ofegou e rosnou. A Ruiva jogou o homem para ele.

O vampiro o segurou e mordeu seu pescoço sem dó. A única coisa audível no local, era o som dos gritos do homem, até ficarem mais fracos e sumirem.

Ele não estava cem por cento, mas era o suficiente, por enquanto.


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Derek estava lá por vingança também, aquele não era o primeiro ou único bordel que madame Agnes possuía, ela trabalhava no setor de diversão de pessoas poderosas. De grupos poderosos. E sua irmã havia sido pega nesse meio e morta, pelo homem que Lilian jogou para ele. E ele queria vingança, não foi o que ele desejava, mas o suficiente.

Derek saiu de Morganville depois disso, e disse que só voltaria, se ela precisasse dele.  Mas ele nunca voltou.




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